Quando consegues o que queres, será que queres o que conseguiste?
19 julho 2014
28 junho 2014
Eu adoro Voar...
Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono... e já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou... já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta no meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade...
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono... e já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou... já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta no meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade...
Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre...
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre...
Gosto
dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais
poderosas, das ideias mais insanes, dos pensamentos mais complexos, dos
sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Podem até empurrar-me de um penhasco que eu vou dizer: E daí? Eu ADORO VOAR...
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Podem até empurrar-me de um penhasco que eu vou dizer: E daí? Eu ADORO VOAR...
07 junho 2014
Pessoas grandes...
"Tenho boas razões para pensar que o planeta de onde o principezinho vinha era o asteróide B612. Este asteróide foi visto ao telescópio uma única vez, em 1909, por um astrónomo turco.
Nessa altura, o cientista apresentou uma grande exposição da sua descoberta a um Congresso Internacional de Astronomia. Mas ninguém o levou a sério por causa da maneira como estava vestido. As pessoas grandes são assim.
Felizmente que, para boa reputação do asteróide B612, um ditador turco se lembrou de impor ao seu povo, mas impor-lhe sob pena de morte, que passasse a trajar à europeia.
O astrónomo voltou a fazer a sua demonstração em 1920, mas agora muito bem posto. E toda a gente a aceitou.
Só vos contei tudo isto sobre o asteróide B 612 e só vos confiei o seu número por causa das pessoas grandes.
As pessoas grandes gostam de números. Quando vocês lhes falam de um amigo novo, as suas perguntas nunca vão ao essencial. Nunca vos perguntam: "Como é a voz dele? De que brincadeiras é que ele gosta mais? Ele faz colecção de borboletas?".
Mas: "Que idade é que ele tem? Quantos irmãos tem? Quanto é que ele pesa? Quanto ganha o pai dele?".
Só assim é que pensar ficar a conhecê-lo.
Se vocês disserem às pessoas grandes: "Hoje vi uma casa muito bonita de tijolos cor-de-rosa, com gerânios nas janelas e pombas no telhado...", as pessoas grandes não a conseguem imaginar.
É preciso dize-lhes: "Hoje vi uma casa que custou 20 mil contos". Então já são capazes de exclamar: "Mas que linda casa!" "
em "O Principezinho", Antoine de Saint-Exupéry
21 maio 2014
Continuum...
Continuum
reflects the themes of people and community. The sculpture follows a
recent direction in the artist's work using the figure as a structural
element and allowing the properties of the drawing of each of the figures
to create a sense of community cohesion and well-being.
Continuum is about the climb of life and our aspirations.
We
can, after all, afford to aspire, in the effort and strain there is
ease and humanity, life and pleasure. Reaching up is not inevitability
flawed. We lift each other. We stride ahead and fall behind, and all of
it is all of everything we are.
We
can, in the quest, conceive a level playing field and know the height
is more of a mirage. With the view we see the world is flat.
The
figures in Continuum are mostly separately identified. From nearby and
underneath, we see the features; the rise and fall of flesh and muscle
strain. Hair and face, brushing past and brushed aside.
From further off, the figures give way to a community. The huddle succumbs to rhythm's brace.
As
we walk past or drive, the shapes move past each other and interact
again. Seen through the figures is a flicker of water on the bay.
In
this sculpture, the figure forms a structural element and the
properties of the figures create a sense of community, cooperation and
well-being. They configure in no specific relationship with gravity or
the ground but are not wandering without purpose or intent. They are
employed in various uman activities such as lying down or walking,
talking together, moving to a particular place or to nowhere in
particular.
There
is no sense intended of an 'ideal' vertical aspiration or any
philosophical position other than to reflect a broad human condition of
being alive.
The
figures are not unified by race, age or issue and are not overtly
fighting or loving. They are not bound by ideology or religion. There is
a sense of happy emptiness, tranquility and even silence. There is an
ease of being together without condition or expectation. There qualities
have created the shapes of the figures which can be viewed with a clear
uninterrupted backdrop but also work when they are back-dropped by
other cut-outs. This produces a meshing and density. The eye is invited
to work, to disentangle the shapes to find the image or figure. The
meshing can be parted, by walking between the two halves. Like a puzzle
we compare them.
The
work can be enjoyed at a distance and up close. You can enter it. It is
large enough to have impact in relation to the scale of the surrounding
architecture. It will hold the intersection and will function as a
marler and meeting place.
Michael Snape 2005
Melbourne Docklands, Victoria
07 maio 2014
Pôr do Sol...
"Ah,
principezinho! Assim, aos poucos fui ficando a conhecer a tua
melancólica vidinha! Durante muito tempo, a tua única distracção foi a
beleza dos crepúsculos. Fiquei a sabê-lo na manhã do quarto dia, quando
me disseste:
- Gosto muito dos pores do Sol. Vamos ver um pôr do Sol...
- Mas primeiro temos de esperar...
- Esperar o quê?
- Esperar que o Sol se ponha.
Começaste por ficar muito espantado, mas, depois, riste-te de ti próprio. E disseste-me:
- Ainda julgo que estou lá no meu sítio...
-
Pois é. Quando é meio-dia nos Estados-Unidos, toda a gente sabe que o
Sol se está a pôr em França. Bastava poder chegar a França num minuto
para se assitir ao pôr do Sol. Mas, infelizmente, a França fica longe
demais. No teu planeta pequenino bastava puxares a cadeira um bocadiho
mais para trás. E vias quantos crepúsculos quisesses...
- Um dia vi o Sol pôr-se quarenta e três vezes!
E pouco depois, acrescentaste:
- Sabes... quando se está muito, muito triste, é bom ver o pôr do Sol..."
em O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry
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